segunda-feira, agosto 07, 2006

OS COMANDOS LIBERTAM O CONFRADE ...

Neste presidio no meio do turbolento oceano tinha sido aprisionado o nosso Grande amigo, o Confrade Escovilhão Mor ..... e nesta cela de alta segurança foi agrilhoado á parede.
Os seus amigos sem olhar a meios ou tarefas, alugaram esta magnifica escuna de dois mastros e no meio da borrasca de um grande temporal lá se fiseram ao mar.
Lisboa, a saudosa capital que os vio nascer e crescer lá ficou para trás, uma grata recordação, talvês a ultima, pois a volta seria muito, mas muito dificil.
No caminho esperava-os o mau tempo, os animais horrendos das prefundezas e muitos escolhos, onde uma má manobra os levaria irremediavelmente para o fundo gelado, horrendo e tenebroso do Oceano sem fim.
A entrada muito dificil só poderia ser feita por esta porta cravada na pedra e guardada por uma terrivel elite de guardas, comandados pelo não menos terrivel "Barba Aparada" cujo principal passatempo e diverssão era fritar os pés dos prisioneiros em oleo de fritar batatas. Mas eis se não quando e depois de um enorme confronto e com a guarda toda desbaratada, libertámos o nosso grande amigo e Confrade Escovilhão Mor.
Na sua qualidade de guerreiros anónimos e devotos ao próximo acenavam ao "Leão Holandes".
Uma história verdadeira de fazer arrepiar os cabelos da nuca a qualquer um, que á partida estava votada ao fracasso, mas que graças ao estoicismo, arrojo e valentia da Irmandade da Salamandra, quadjuvados por um pendura conseguiram levar a bom termo o resgate de um grande Amigo.